O Gato Ticas, nos Trilhos do Ventor

O Gato Ticas na Rota de Apolo

Bem-vindos aos Blogs do Ticas, este vosso novo amigo na Blogosfera

Bem-vindos aos meus Blogs e aos do Quico e do Ventor!

Pilantras - o Ticas
Caminhando com o Ticas, caminham sempre com o Quico e com o Ventor
A Grande Caminhada do Ventor, Pelos Blogs do Quico e do Ventor
E agora com os Blogs do Ticas, continuamos todos a caminhar juntinhos
O Ticas nos Trilhos do Quico: observo o Ventor por todos

O Fotoblog do Pilantras: recordarei sempre o Quicas

Pilantras - o Ticas: recordarei sempre o Quicas

Venham connosco. A Grande Caminhada nunca acaba!
Setembro 23 2017

Eu sou apenas um gato, mesmo assim, o Ventor informa-me de muitas coisas. Hoje voltou a falar-me de Soajo. Claro que eu já lá andei e mais ainda, já conheci, como o Ventor diz, as fraldas das suas Montanhas Lindas. Já vi o Sítio do Quico, os cavalos e as vacas que se alimentam por lá e já bebi água das Fontes, uma nascente que o Ventor diz ser a melhor água do mundo, como a água do Muranho, da Naia e outras.

 

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 A nascente das Fontes no caminho de Adrão para Paradela e Várzea

 

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O tanque das Fontes, e a mesa de pedra para os petiscos. Não se pode nem se deve fazer lume para assar sardinhas ou coisas assim, mas sempre podemos levar frango assado, rissóis, pastéis de bacalhau, chouriço, presunto, .... para fazer o melhor dos pic-nics

 

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 As Fontes vistas do Miradouro de Soajo. A Máquina procurou mas não encontrou, as árvores não deixam

 

O Ventor diz que sente nojo por todos aqueles cabeças de fuinha que só têm caca no cérebro porque, por portas e travessas, decidiram chamar serra da Peneda à serra de Soajo. Houve por aí uns hominhos que decidiram, sem saber observar o que quer que seja, sem nunca pisarem tojo e urzes, sem nunca verem para onde correm as águas, só porque, um tipóide qualquer, gostou mais da palavra Peneda, do que da palavra Soajo e arregimentou outros nesse sentido. Pois fiquem sabendo seus anedotas que as serras da Peneda e de Soajo são serras bem distintas e que a serra de Soajo é a mais alta, com o pico máximo no Outeiro-Mor - o Alto da Pedrada (1416 m).

 

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 Queremos a nossa serra, identificada nos mapas, como deve ser ou somos forçados a pedir a intervenção dos Deuses? A minha amiga Thémis, está preparada para obrigar que os bois sejam chamados pelos nomes

 

Isto só pode acontecer porque existem galdérios pelos corredores do poder, quer regional quer nacional, que gostam de embaralhar a verdade e lançar umas alteraçãozinhas para se tornarem notados. São pessoas que nada sabem sobre um determinado assunto mas, de repente, acham que são uns experts e trocam as coisas, ou então, os nomes às coisas. É o que está a acontecer com a serra de Soajo. Esses experts, doutorzinhos da caca, feitos à pressa com o dinheiro de quem trabalha, foram mal ensinados por gente que nada sabia sobre Soajo, a Peneda ou o Gerês e inventaram um Parque Nacional. Só que esse Parque Nacional só serviu para arranjar um orçamento para alimentar chulices e nada mais, além de quererem engrandecer a serra da Peneda e matar a serra de Soajo.

 

 

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Do lado de lá fica a serra da Peneda, bem mais rochosa que a serra de Soajo

 

É gente sonhadora, que sonha com ninhures de jeito mas, sobretudo, sonha com as mesas que o Orçamento proporciona. Desde a chamada Primavera Marcelista (não é este, é o outro), (1973?) que o Parque Nacional tem um orçamento e digam-me cá, que foi feito de diferente para melhor na área do Parque Nacional da Peneda-Gerês? Há cerca de 43-44 anos que o Parque Nacional da Peneda-Gerês apenas existe no papel, um sonho de alguns mas com uma novidade: apenas chama ao Alto da Pedrada, na serra de Soajo, serra da Peneda.

 

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A serra da Peneda fica do lado de lá, na foto, à direita, à esquerda e lá para trás da Senhora da Peneda e do seu rio e caminha de rocha em rocha, sobre os Montes Laboreiro. Para além dos Montes Laboreiro é Galiza, Espanha

 

Matar a serra de Soajo, onde se acredita que há cerca de 7.000 anos os homens vivem nas suas fraldas e assim a conheceram, onde os reis de Portugal a fizeram seu parque, para as grandes caçadas, como é possíve que gente desavergonhada se atreva a matar o seu nome?

 

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Do lado de cá, na serra de Soajo, também há muita rocha mas nada que se compare aos fraguedos da Peneda

 

Sabem uma coisa, meus amigos, eu acho que o Ventor tem toda a razão. Ele gostava de ver o Parque Nacional da Peneda-Gerês, um parque sério onde fosse possível fazer coisas sérias. Organizar com gente séria e um orçamento sério uma floresta digna de um Parque Nacional. Fazer voltar os carvalhos, os castanheiros, os vidoeiros e outras árvores dignas dos seus vales. Defender os seus animais selvagens e também os domésticos de modo a que as populações sintam orgulho no seu parque.

 

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Em frente, do lado de lá do rio da Peneda, fica a fraga da Nédia, na serra da Peneda. Por trás desses rochedos ficam as zonas de Adrão e de Soajo para onde era feita a Transumância dos seus gados, a partir de meados dos verãos e que eu saiba nunca pretendemos usurpar o nome à serra da Peneda, uma serra que também é um pouco nossa

 

Se não é possível isso, é melhor que esqueçam.

O Ventor ainda se lembra de quando andava na escola estudar as serras. Peneda, Soajo, Gerês, Larouco, Bornes e por aí abaixo. Depois, no mapa, víamos as suas localizações, as localizações dos rios, dos caminhos de ferro, das províncias, dos distritos. Parece que hoje as escolas existem para se entreterem a discutir os clubes de futebol e de pouco mais querem saber.

 

publicado por Pilantras às 18:56

Setembro 22 2017

 

Hoje começa o Outono. Mais um!

Segundo o Ventor, começa às 20:02 horas, o equinócio do Outono.

 

 

 Autumn--On the Hudson River-1860-Jasper Francis Cropsey. Foto tirada da Wiipédia

 

Vocês não sabem mas o Ventor continua a contar muitas coisas ao vosso amigo Pilantras. Às vezes fico a matutar porque é que os homens precisam saber isto tudo. Outono, Inverno, Primavera, Verão, ... e tudo o mais que envolve essas coisas. Nós os gatos não precisamos disso para nada.

 

O que nós precisamos é de nos espreguiçar e, especialmente, ao sol e mais ainda ao sol do Outono e do Inverno como vocês dizem. Para nós só há os dias. Dias bons, dias maus, dias de fome, dias de fartura, dias de calor, dias de frio, ...

 

Mas o Ventor fala-me do Outono de uma forma muito especial. Diz-me que está no OUTONO DA VIDA, que está na 3ª idade, diz-me que está a ficar velho, diz-me que é um jovem da 3ª idade, diz-me que está podre, diz-me que está para morrer, diz-me que não sabe qual de nós vai primeiro, ... eu sei lá! Este gajo está a ficar tarado e eu tenho de o aturar!

 

Mas já viram o que seria de mim se ficasse sem o Ventor? Estava perdido!

 

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Flor que anuncia a chegada do Outono, pelas Montanhas Lindas do Ventor, tirada nas Fontes

 

Mas o Ventor também me fala de coisas lindas. Fala-me de flores, do sol, das belezas do mundo, das alegrias e das tristezas. Diz-me que todas as estações têm as suas belezas e o Outono não fica de fora e não fica a dever nada às outras. Para já, no nosso mundo conhecido, há flores todo o ano e há uma flor que o Ventor nunca se esquece dela- é a crock, uma flor rosa que cresce nos montes da serra de Soajo. Ela ainda nasce no verão mas embeleza as montanhas no Outono.

 

 

 Foto tirada da Wikipédia, autoria de Bierstadt Albert On the Saco River, no Maine

 

Depois o Ventor também me fala de coisas que só observa virtualmente. Ele fala-me de Estados Americanos como Massachusettes, Virginia, Maine, Vermonts e muitos outros que me diz que conhece quase como se fossem outra Assureira. São terras onde o Senhor da Esfera distribui artistas bem treinados pelo nosso amigo Apolo e diz-lhes que apenas quer ver autenticas obras de arte. E assim é! Eles utilizam pincéis incríveis e as tintas são do melhor. Depois o Senhor da Esfera, chama o Ventor e diz-lhe: «vê isto, Ventor»! E claro, o Ventor olha e observa essas belezas.

 

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Esta imagem é uma foto tirada da amiga do Ventor - a Wiki, da autoria de chensiyuan. Chamam-lhe hogback mountain e é uma das belezas do Ventor

 

E não vou dizer mais nada a não ser que, tal como o Ventor, queremos chegar ao Inverno e nessa caminhada, ir dando umas espreguiçadelas.

 

 

publicado por Pilantras às 11:06

Outubro 21 2015

 

 

Hoje vou falar-vos de um animal que o Ventor me falou e que eu via voar no Parque Aventura, na Amadora, nos meus tempos de gato livre. Eram eles que, tal como as andorinhas, limpavam os insectos que nasciam aos milhões na ribeira da Falagueira. O meu entretenimento era só esperar se eles desciam mais um pouco, pelo menos até à altura do meu impulso e, então, talvez conseguisse apanhar algum para mostrar ao Ventor que também percebo algo de morcegos. Agora, em Massamá, nem os vejo. É por coisinhas destas que eu tenho saudades do Parque Aventura. Não pela fome que lá passei e que a minha Dona fazia tudo por me matar essa maldita.

 

 

Este é um belo exemplar que o Ventor tirou da nossa amiguinha Wikipédia, carregado por Fallschirmjäger

 

Este morcego é uma espécie a que chamam Corynorhinus townsendii e pertence à família Vespertilionidae e que habita na América do Norte, menos nos gelos árcticos.

Claro que os morcegos pertencem a muitas espécies (serão, segundo os especialistas, mais de 1.100). Mas o Ventor contou-me três histórias sobre morcegos e eu, aproveito e, enquanto espero que os antiinflamatórios façam algum efeito na coluna dele, vou falar-vos dessas interacções entre os morcegos e o Ventor, aqui.

 

Como sabem, pelo menos os mais próximos amigos do Ventor saberão, ele nasceu numa bela aldeia de montanha, situada a cerca de 500 metros do nível do mar, nas fraldas da serra de Soajo (eu já lá estive). Um dos entretimentos que o Ventor e os seus amigos de infância tinham, era tentar apanhar morcegos à paulada ou então à pedrada, sendo eles as máquinas voadoras e as pedras, os mísseis lançados pelas mãos e braços do Ventor e compinchas. Mas os morcegos já há muitos milhares de anos (milhões?) que utilizam o sonar e, normalmente, safavam-se sempre. Utilizavam um estratagema a que os homens chamam biossonar ou localização por ecos.

 

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A ponte de Adrão. Hoje esta ponte tem amparas sólidas e altas, onde todas as crianças podem brincar sem receio de cair sobre as rochas do rio. No nosso tempo as amparas de pedra eram baixinhas e, até havia um local onde não havia ampara nenhuma. Ali travávamos as nossas guerras com os morcegos. Nós com uma vara e eles, com a biosonar

 

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Aqui é o Carril, um dos nosso campos de batalha contra os morcegos. Felizmente eles levavam a melhor

 

Havia, então, nesses tempos, uma guerra entre morcegos e putos que, felizmente, os putos perderam.

Mas o Ventor tem outra história com um só morcego, uma espécie de morcego raposa, um morcego que, em Marrupa, no Norte de Moçambique, teve o descaramento de desafiar o Ventor para um duelo. Apareceu na placa, junto às nossas máquinas voadoras, um grande morcego que o Ventor, com um pau na mão se foi aproximando, com a intenção de o observar melhor. O morcego começou a voar à sua frente, em volta da placa, sempre um metro acima do Ventor dois ou três metros à frente. Chegou uma altura que o Ventor entendeu que o morcego estava a gozar com ele.

 

Perseguiu o morcego, dando quatro voltas à placa e o resto do maralhal ria-se da palermice do Ventor. Na quarta volta, o Ventor, já chateado, meteu o turbo, quase voou como o morcego e, sem mais, deu-lhe uma cacetada, provando aos presentes que, qualquer máquina pode derrubar outra mesmo que, essa outra, utilize o biosonar. O Ventor arrependeu-se mas já era tarde e nunca mais esqueceu esse morcego.

 

Agora, há dias, na mata do Jamor, o Ventor e um amigo que também tentava fotografar os pássaros, amigos do Ventor, conversavam sobre essas belezas voadoras e, de repente, começaram a observar um "pássaro" que voava na vertical, tentando chegar à água. Mas que pássaro é este? Não era um pássaro! Era, realmente, o único mamífero voador. Seriam cerca das quatro horas da tarde, estava calor e, a sede, terá feito com que aquele animalzinho, saísse do seu esconderijo e fosse à procura da água. Ele voava na vertical entre uma altura de 1 e 1,5 metros da água.

Nem o Ventor nem o amigo ficaram a saber se o morcego bebeu água. Arrancou rumo às árvores e ficou escondido até, provavelmente, chegar a hora de ir procurar comer.

publicado por Pilantras às 17:02

Olhai os Cravos
Porque deixamos morrer os cravos?
Os Penudos do Ventor

O Ventor, tal como sempre, continua a caminhar bem junto dos seus amigo. Neste caso, alguns penudos.

São uma beleza, estes amigos do Ventor.

veja como Slideshow

Caminho aqui, com o Ventor e os filhos do Sol

Playlist de Músicas que me contam histórias, no Portal Quico Ventor

Veja, neste link, como o Pilantras apareceu na vida do Ventor

O "Ticas" nos Trilhos do Ventor

O mundo é uma complicação

Seja o mundo dos homens, seja o mundo dos animais, quando uns tentam descomplicar, aparecem outros logo a complicar mais.

A conclusão que eu já tirei, desde que estou junto do Ventor, tem sido isso.

O Ventor diz-me que a complicação, de momento, está em tudo mas, o pior está a ser a austeridade. O Ventor diz-me que não posso estragar nada, senão não vai chegar para os meus amigos. Ele diz-me que temos de partilhar com todos os vira-latas que vão procurando comida por aqui. Essa eu aprendi porque, essa, foi a minha escola - a austeridade!

Por isso, para tentarmos saber os males, desde a raíz, aceitei dedicar-me a observar a História. Daí, procurar coisas novas e seguir a O Ventor e o Passado pelos trilhos que o Quico seguiu e ver tudo o que ele escrevia sobre o Ventor em África. Não vou deixar, tal como fez o Quico, que o Ventor esqueça a África. Também tentarei penetrar nos velhos trilhos da Os Trilhos da Memória. Ele continua a caminhar por aí!

As minhas Músicas no Youtube
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Uma Flor de Adrão

As flores, como me diz o Ventor e o Quico dizia pelos seus Blogs, como tenho visto, são maravilhas deste mundo. O trabalho que nos apresenta as belas flores, é feito pelo nosso amigo Apolo, e com as benesses do Senhor da Esfera.

Para me falar das flores, como estas que há aqui pelo nosso jardim, o Ventor apresentou-me esta beleza azul. O ventor desencantou-a num sítio da serra de Soajo, a que as pessoas chamam Corga da Vagem.

Reparem bem nesta flor! Diz o Ventor, tal como terá dito ao Quico que dentro desta flor está a sua mãe com ele ao colo. Reparem na zona escura, dentro das pétalas!
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Links dos nossos Blogs

Os Blogs do vosso amigo Pilantras
Pilantras - o Ticas - O Ventor, chamou-me, na minha caderneta, Quico Pilantras, mas no dia a dia, quando manda vir comigo, se faço uma coisa mal feita, chama-me Pilantras e se está bem disposto, chama-me Ticas!Aqui, tentarei falar-vos de tudo, um pouco.
Pilantras, nos Trilhos do Ventor - Aqui, vou tentar acompanhar o que o Ventor vai fazendo durante o decorrer da sua (nossa) vida. Não pensem que vai ser fácil!
Pilantras, nos Trilhos do Quico - Neste blog, irei, aos poucos, tentar acompanhar os meandros em que o Quico se metia. Darei continuidade à sua Grande Caminhada e, através dela, tentarei falar de males da História, que sempre apoquentarem o mundo.
O Fotoblog do Pilantras - Por este Blog, farei, com o tempo, passar fotos de flores, de animais e mais motivos, que me pareçam de inteesse, para mim e para o Ventor. E, claro, esperarei que também vão agradando a alguns dos nossos amigos.
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Os Blogs do velho Quico
A Arrelia do Quico - O blog que o Quico dedicou aos seus amigos e denuncou o mundo todas as suas arrelias, originadas neles.
Os Amigos do Quico - Este é o blog que o Quico dedicou, especialmente, aos seus amigos. Aqueles que ele chamou "os filhos do Sol".
Fotoblog do Quico - neste blog o Quico colocava as fotos dos seus amigos que o Ventor trazia para casa.
Ventor em África - Por qui, o Quico colocou muitas das histórias que o Ventor lhe contava das suas caminhadas africanas. Vivendo as Memórias foi o que o Ventor fez com o Quico, recordando vinte e seis meses pelo Continente Negro.
O Ventor e o Passado - Foi a caminhada de todas as caminhadas. Dizia o Quico para o Ventor: "se tu caminhavas tanto, se perdes tantas horas de dia e de noite, com geografias e histórias que os humanos levaram à morte de milhões daqueles que constituem a sua própria espécie, só nos os dois, para nós e para o mundo, vamos com toda a calma, chamar-lhe a Grande Caminhada.
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Os Blogs do Ventor
Adrão e o Ventor - Adrão é o berço do Ventor. Foi lá que ele nasceu e viveu os primeiros 15 anos da sua vida. É o blog onde o Ventor fala de si e da sua gente e dos seus lugares de sonhos.
Os Trilhos da Memória - Sempre que o Ventor ia fazer uma caminhada, quando chegava, sentava-se escrevia e falava de tudo ao Quico.
Flores da Vida - As flores que têm acompanhado o Ventor nos últimos anos. O Ventor chamou-lhes, inicialmente, Flores de Inverno porque era Inverno quando o Ventor recomeçou a admirar as flores.
Planeta Azul - Este é o Blog que o Ventor dedica aos temas do nosso Planeta Azul. Uma beleza na nossa Esfera.
Páginas Brancas - Um blog que o Ventor dedicou à classe dos sujos - os políticos!
Rádio Ventor - Este é o blog que o Ventor dedica às músicas para a sua Rádio. O Ventor e o Quico gostavam de música, mas a mim, entra-me por um ouvido e sai-me pelo outro!
Montanhas Lindas - Um dia o Ventor caminhou pelas suas montanhas e chegou à conclusão que, por tudo que já tinha visto, as suas montanhas já eram as mais lindas de todas.
Fotoblog do Ventor - É um espaço onde o Ventor achou por bem, colocar algumas das suas belezas.
Fotoblog de Flores - Neste espaço, o Ventor disse que iria colocando e falando de flores que encontrasse pelas suas caminhadas.
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Foto de fundo neste Blog: o dragão chinês