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Pilantras com o Ventor

O gato Ticas, nos trilhos do Ventor

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Pilantras com o Ventor


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02
Nov14

Os Fiéis Defuntos

Pilantras

O Ventor diz que os seus amigos, todos eles, aqueles que já foram chamados à presença d'O Senhor da Esfera, são parte do todo a que os homens chamam "Os Fiéis Defuntos". Por isso, o Ventor recorda todos eles e marca presença nos jardins mais tristes que existem: os cemitérios, no dia de "Todos os Santos" e, no dia dos "Fiéis Defuntos".

Este ano de 2014, fui ao Cemitério da Amadora, no dia 31 de Outubro, no chamado "Dia das Bruxas" porque, iríamos ter os dias um e dois de Novembro muito ocupados. Foi ali que, mais uma vez, comecei a recordar todos aqueles que, pelos anos fora, caminharam a meu lado e já me deixaram.

Tenho familiares e muitos amigos, espalhados por muitos cemitérios de Lisboa e arredores. Na Amadora, no Alto de S. João, nos Prazere, em Benfica, no Lumiar, ... e com todos esses, os cemitérios de Adrão, de Paradela, .... E, quantos outros que já nem sei onde estão!

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 Cemitério da Amadora

Ontem, na comemoração do primeiro aninho do Santiago, dia de Todos os Santos, recordei todos aqueles que me foram deixando e os Santos a quem, pela vida fora, fui pedindo protecção. Depois recordei também aqueles que vim a conhecer desde o primeiro ou os primeiros dias do seu nascimento. Recordei, também, os anos daqueles que nos convidaram ontem para comemorarmos os seus aniversários. O nosso amigo Mendes D., o nosso pequenote Afonso e, como não foi possível o desdobramento, calhou-nos estar presentes no anito do nosso pequenino Santiago, um novo Príncipe das Marés ou Príncipe da Pérsia mas que saberá sempre que, apesar da vida não lhes ter sorrido nos primeiros tempos do seu primeiro ano de vida, nem tudo será negativo e ele saberá, com o tempo, tal como eu espero, que terá sempre amigos a seu lado.

Não fomos ao porco assado para os lados de Santarém, não fomos caminhar entre os medronhos pela Arrábida mas, caminhamos no Lugar do Sol ao lado do Santiago e dos seus e nossos amigos. Para todos eles, continuo a pedir ao Senhor da Esfera que lhes proporcione tudo de bom e que continuem a festejar por muitos, e muitos anos, junto dos seus familiares e amigos, com ou sem a presença do Ventor.

Mas eu não esqueço ninguém, mesmo não tendo a possibilidade de visitar as suas lápides. Recordo o tempo que, quando ainda um puto, com meus pais em Paradela, entrava no cemitério de Adrão, já de noite, para acender uma velinha aos meus avós. A lanterna numa mão e a vela na outra, com a caixa de fósforos no bolso. Já nessa altura gostava de ver a velas a arder, iluminando-os a todos.

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 A chama da Luz para os que nos deixaram

Hoje não posso lá ir, mas não esqueço ninguém. Também não esqueço nenhum dos meus companheiros de guerra que tive conhecimento que nos deixaram. Continuamos sempre juntos.

A frase que se encontra na lápide de Artur Bual, penso que será da autoria dele, julgo que ninguém deve esquecer. Será mais ou menos isto: «a Terra é generosa. Continua a oferecer-nos flores».

Penso que isso é uma verdade absoluta que não devemos esquecer. Temos muito que fazer para que a terra continue a ser generosa. E, também, nunca esquecermos de levar a sua generosidade até junto daqueles que já nos deixaram.


Sutton Hoo

Parece uma máscara do dia das bruxas mas não é. É uma réplica de um elmo encontrado numa localidade inglesa chamada Sutton Hoo. Dizem ser da Alta Idade Média e foi encontrado numa sepultura de um líder anglo saxão


A Cruz da Vitória

Com este sinal o piedoso é protegido. Com este sinal o inimigo é vencido.

A Cruz da Vitória foi feita por artesãos francos às ordens de Afonso III das Astúrias. Esta cruz converteu-se no símbolo do reino das Astúrias e está guardada na Câmara Santa da Catedral de São Salvador de Oviedo


O Vexiloid de Alexandre Magno



Foi atrás do drapejar deste símbolo que milhares de homens seguiram Alexandre Magno. na Europa (Macedónia, Grécia), na África (Egipto) e na Ásia (através do Império Persa).


Jasão, herói grego

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Jasão, o herói grego que foi com os argonautas buscar o velo de ouro à Cólquida, hoje localidade na Geórgia, no mar Negro. Ele está a ser regurgitado pela serpente ou dragão que guardava o velo. Atena estava a interferir por Jasão

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